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Meu nome não é Johnny
Final de semana passado estive no cinema para assistir o filme “meu nome não é Johnny“. O filme é bem legal, superou minhas expectativas, aliás o cinema nacional está cada dia melhor. Não é preciso super-produção para agradar, e sinto que as pessoas ficam orgulhosas, também, de estar vendo e comentando “filmes da casa”.
Achei que o título tivesse mais explicações durante o filme, mas ele só é chamado de Johnny em um momento… O filme mostra a vida de um rapaz de classe média (João Estrela) que entra no esquema do tráfico meio por acaso, que fica no limbo, atuando tanto como traficante quanto como consumidor. O filme mostra as loucuras que o cara fez, as armadilhas em que se meteu e que nem todos ficam impunes.
Selton Mello cada dia se supera. Ele está ótimo no filme. Cleo Pires também surpreendeu e o elenco conta com outras figuras como Júlia Lemmertz, Cássia Kiss, André di Biasi e Eva Todor, e outros atores menos conhecidos mas que fazem toda a diferença.
Cinema nacional e depois pizza! Quer prato estrangeiro mais brasileiro que esse? Sempre vale prestigiar o que é produzido por aqui.
Add comment Janeiro 17, 2008
Saneamento Básico – o filme!
Quarta-feira é o dia do cinema. Entradas mais acessíveis e a possibilidade de frequentar o espaço que quiser. Ê beleza!
Nessa quarta-feira fui assistir o filme Saneamento Básico, de Jorge Furtado. O filme vale a pena ser visto. Já era fã de Jorge Furtado desde que assisti o curta “Ilha das Flores”. Depois desse filme fico ainda mais encantada com o trabalho dele: a linguagem e comunicação das idéias, as “sacadas” e tudo o que envolve a produção, direção e criação de seus roteiros e filmes. Só faço gostar mais e mais.
Tietagens a parte, pode-se dizer que Saneamento Básico é uma comédia romântica que faz pensar. Comédia porque muitas situações engraçadas são vistas do início ao fim do filme, romântica porque trata também de relacionamentos, de problemas cotidianos… e faz pensar porque a partir de um problema aparentemente fácil de ser resolvido pela prefeitura do município – a construção de uma fossa- passa-se a mostrar os problemas de administração e destinação de verbas públicas, o conflito entre produção cultural e atendimento a necessidades outras da comunidade, a realidade de obras inacabadas…
Tem outra coisa que estou aqui pensando se conto ou não… conto: o filme se passa em uma cidadezinha do interior do Rio Grande do Sul. Só para poder comentar que o sotaque e a paisagem me são muito familiares.
Assistindo o filme fica tudo bem mais interessante. Escolha uma boa sala de cinema, compre aquele pacotão de pipoca e bom filme.
1 comment Agosto 3, 2007